Febre do Rato

Um filme de Cláudio Assis

22/06 nos cinemas

"Até a anarquia
precisa de tradição"

A Febre

E quem foi que disse que poesia não embala?
Quem foi que disse que poesia não embriaga?

Sinopse

Febre do Rato é uma expressão popular típica da cidade do Recife que designa alguém quando está fora de controle, alguém que está danado. E é assim que Zizo, um poeta inconformado e de atitude anarquista, chama um pequeno tablóide que ele publica as próprias custas. Vivendo em um mundo particular, Zizo se depara com Eneida, uma jovem de aproximadamente 18 anos, que instiga e promove a transformação do poeta.

Sobre

O que é a anarquia diante
da prisão doentia da paixão

Elenco

Irandhir Santos .......... Zizo
Nanda Costa .......... Eneida
Matheus Nachtergaele .......... Pazinho
Juliano Cazarré .......... Boca Mole
Tânia Granussi .......... Vanessa
Conceição Camarotti .......... Anja
Maria Gladys .......... Stellamaris
Ângela Leal .......... Dona Marieta
Mariana Nunes .......... Rosângela
Vitor Araújo .......... Oncinha
Hugo Gila .......... Bira

Ficha Técnica

Título original: A febre do rato
Direção: Cláudio Assis
Roteiro: Hilton Lacerda
Produção: Julia Moraes e Claudio Assis
Fotografia: Walter Carvalho
Edição: Karen Harley
Gênero: Drama
País: Brasil
Ano: 2012
COR
Tempo: 90 minutos
Classificação: Verificar
Produtor Executivo: Marcello Maia
Produdor de elenco: Rutílio de Oliveira
Diretor de Fotografia: Walter Carvalho
Diretora de Arte: Renata Pinheiro
Figurinista: Joana Gatis
Maquiador: Marcos Freire

Cláudio Assis

Ousadia não se compra na esquina

Cláudio Assis é um cineasta brasileiro nascido em Caruaru, Pernambuco, que iniciou sua carreira como ator e cineclubista em sua cidade.

Desde seu primeiro longa-metragem "Amarelo Manga", em 2002, já demarcava seu estilo próprio de fazer cinema, sempre incluindo em seus filmes elementos da cultura pernambucana. Reunindo um grande elenco (Matheus Nachtergaele, Jonas Bloch, Leona Cavalli, Dira Paes, Chico Diaz), o filme é premiado nos Festivais de Berlim, Toulouse e Havana. No Festival de Brasília, venceu 7 prêmios, incluindo o de melhor filme pelo júri oficial. No Cine Ceará, vence todos os prêmios, e ganha notoriedade no cinema nacional.

Quatro anos depois, seu segundo longa-metragem, "Baixio das Bestas" (2006), faz um retrato sem concessões do machismo e da violência sexual na Zona da Mata pernambucana e se consagra como o primeiro filme brasileiro a vencer o Tiger Award no Festival de Roterdã.

"Febre do Rato", seu terceiro longa-metragem, é o primeiro rodado em preto-e-branco e venceu oito prêmios no Festival de Paulínia, incluindo o de melhor filme pelo júri oficial.

Cláudio Assis enaltece o cinema de autor, de qualidade, e deixa sempre claro sua aversão ao cinema de "aparência" que impera em nosso país. Define seu estilo de fazer cinema como um um cinema sem compromisso, filmes de ideias, que provoque para fazer pensar.

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